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CAPÍTULO 15 – EU ERA FELIZ E NÃO SABIA

  • 4 de abr. de 2018
  • 2 min de leitura

Photo by Estée Janssens on Unsplash

Essa expressão tem aplicabilidade em nosso cotidiano.

Já ouviu alguém reclamar do trabalho, pediu a conta e depois se arrependeu. Será que foi a rotina, o convívio, ou acabou vendo o que tinha de um outro ângulo?

Prestamos mais atenção nos detalhes da porta, fechadura, cor, maçaneta do que o que tem além da porta.

Que bom que aprendemos com o que passou, isso é o ser humano. Temos a consciência que o tempo é histórico e eu não vivo apenas aqui, tenho a percepção do passado, do presente e almejo o futuro.

Ao mesmo tempo que estou representando também estou assistindo, e assim me vejo como se estivesse no palco e na plateia.

No mundo corporativo é a mesma coisa, posso avaliar o que passou e pensar no que há por vir, e se o que me incomoda é a manifestação de alguma outra coisa, um valor que não consigo alcançar ou simplesmente a motivação que não tenho e esteja entrando num processo robotizado.

Teremos sempre planos enquanto vivermos, se pararem os planos, paramos de viver. Não sou eu quem decido quando paro de viver.

O mais gostoso da vida é ter encanto com nosso trabalho, nossas ocupações, nosso dia-a-dia. Não ter desafios é um fator de risco para a motivação.

Não exagere no estabelecimento de metas, não podemos fazer um corporativismo dentro na nossa vida, mas essa é a sua própria condição de viver, TER OBJETIVOS.

Photo by Ben Shanks on Unsplash

O objetivo de hoje não é o mesmo de amanhã, pois amanhã ele deve ser maior porque aquele anterior já foi batido, assim vou me motivando a viver.

Nosso próximo capítulo é sobre “Lealdade a empresa até quando?”

Até lá :)

 
 
 

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